Após as intensas chuvas que atingiram Criciúma em setembro, moradores que não possuem comprovante de residência em seus nomes têm a oportunidade de solicitar o saque calamidade do FGTS. Essa medida visa auxiliar aqueles que enfrentaram dificuldades devido aos desastres naturais.
A solicitação deve ser feita até o dia 11 de janeiro de 2027, junto à Defesa Civil da cidade. O valor do saque pode chegar a R$ 6.220, dependendo do saldo disponível na conta vinculada do FGTS.
Para aqueles que não têm um comprovante de residência, é necessário apresentar documentos que demonstrem o vínculo com o imóvel, como contratos de locação ou acordos firmados com o proprietário. Esses documentos precisam ser registrados em cartório ou por meio da plataforma gov.br.
Se o morador não possuir nenhum documento que comprove sua residência, a Defesa Civil disponibiliza um modelo de declaração que deve ser preenchido e registrado. Após esse procedimento, o cidadão deve retornar à Defesa Civil para obter a declaração oficial, que será necessária para a solicitação do saque pelo aplicativo FGTS.
Fred Gomes, diretor da Defesa Civil de Criciúma, enfatiza a importância de seguir os procedimentos corretos para a comprovação de residência. Ele ressalta que “não ter uma conta de água ou energia no próprio nome não impede o morador de solicitar o benefício”. É fundamental que a documentação esteja devidamente registrada para que o processo possa avançar.
O saque calamidade é uma modalidade do FGTS que permite ao trabalhador retirar parte do saldo em situações de emergência decorrentes de desastres naturais. A liberação do benefício depende do reconhecimento da situação de calamidade pública e da habilitação do município junto à Caixa Econômica Federal.
Os trabalhadores que atendem aos critérios estabelecidos podem solicitar o saque diretamente pelo aplicativo FGTS, sem a necessidade de comparecer a uma agência da Caixa.
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