Nesta terça-feira (18), a Casa de Acolhimento destinada a mulheres vítimas de violência recebeu a visita do promotor Samuel Dal Farra Naspolini e da delegada Ana Eliza Vargas de Souza. O encontro teve como objetivo apresentar a estrutura e o funcionamento deste serviço, que se destaca como uma iniciativa pioneira na região Sul de Santa Catarina.
O prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, e o vice-prefeito Salésio Lima também estiveram presentes durante a visita. O prefeito enfatizou a importância da Casa de Acolhimento, afirmando que representa um avanço significativo para a cidade e, especialmente, para as mulheres que buscam proteção para recomeçar suas vidas. Ele reconheceu os desafios enfrentados até a concretização do espaço, mas ressaltou que agora existe uma estrutura preparada e uma equipe comprometida para apoiar essas mulheres.
Durante a visita, as autoridades puderam conhecer as instalações da casa, a equipe responsável pelo atendimento e os serviços oferecidos às mulheres e seus dependentes. Ambas as autoridades expressaram sua aprovação em relação à estrutura e parabenizaram o Município pela iniciativa, destacando a qualidade do atendimento e a relevância de um espaço dedicado à proteção e suporte integral às vítimas.
O promotor Naspolini destacou que a criação da Casa de Acolhimento é uma conquista não apenas para Criciúma, mas para toda a região. Ele expressou sua satisfação em ver o serviço funcionando de maneira eficiente e oferecendo o atendimento necessário às mulheres.
A secretária de Assistência Social de Criciúma, Dudi Sônego, também comentou sobre a importância do espaço, ressaltando que ele foi projetado para oferecer mais do que segurança física. Ela expressou sua alegria pelo reconhecimento das autoridades e afirmou que a casa representa uma conquista histórica para a região, proporcionando proteção e uma nova oportunidade de reconstrução de vida.
Desde sua abertura em 27 de julho, a Casa de Acolhimento já atendeu quatro mulheres e quatro crianças dependentes, oferecendo um novo começo com suporte integral. Com capacidade para 20 pessoas, o abrigo conta com uma equipe técnica preparada para fornecer encaminhamentos para serviços de saúde, educação e inserção no mercado de trabalho. A estrutura inclui espaços de convivência, quartos, cozinha e lavanderia, garantindo privacidade e segurança durante o acolhimento.
A Casa de Acolhimento faz parte da rede de proteção às mulheres vítimas de violência, funcionando em articulação com outros serviços públicos para assegurar que cada mulher receba o acompanhamento necessário e possa planejar seus próximos passos com segurança.
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